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terça-feira, 2 de março de 2010

o Sorriso do feto

Sabia que o Sorriso do feto vai ser estudado?


Investigação do Laboratório de Expressão Facial da Emoção



 As causas e funções do sorriso do feto humano dentro do útero materno vão ser estudadas pelo Laboratório de Expressão Facial da Emoção (FEELab/UFP) da Universidade Fernando Pessoa, no Porto.



"Já provámos que, a par da amamentação e do sono, o sorriso é um dos principais organizadores do psiquismo humano", explicou, em comunicado enviado à imprensa, Freitas-Magalhães, director do FEELab/UFP.




O especialista lembra que já foram desenvolvidas "linhas de investigação sobre o sorriso humano ao longo de todo o ciclo vital, desde o nascimento até à morte", mas existe "uma curiosidade enorme em perceber o alcance do sorriso durante a gravidez".




O objectivo desta nova linha de investigação, que tem uma duração prevista de 5 anos, é perceber "a natureza funcional daquele fenómeno", monitorizando o maior número possível de mulheres grávidas, com recurso a tecnologia 4D. Para este fim, o laboratório já estabeleceu protocolos com diversas instituições hospitalares.

uma boa notícia, verdade?




notícia publicada por ALERT Life Sciences Computing, S.A. a 25 de Fevereiro de 2010
 http://portal.alert-online.com/noticias_de_saude/?key=680B3D50093A6A002E42140A321A2A5C0B683E0A76075176655C72

domingo, 8 de novembro de 2009

foi assim no dia 6 de Novembro: "Já Nasceu !"



"... é mesmo verdade: já nasceu, ... estou aqui ao pé deles .... cortei o cordão, e correu tudo bem!".

Ouvia-se a voz emocionada do  pai, que ao telemóvel anunciava o nascimento do Miguel. Ainda meio incrédulo pelo que tinha conseguido (estar presente na maternidade do hospital e participante durante o periodo em que a sua "princesa" falava e acariciava o cume daquela barriga que escondia o filhote).


 Também ele tinha ternamente convidado o "puto" a nascer:

... "vá puto, ... anda ...",

e aquele olhar falava sem cessar, incentivava e elogiava orgulhosamente aquela sua "princesa" ... Sentia-se o aroma suave da ternura que teimava em ficar. Ninguém ficou indiferente! Depois, o momento do reencontro "cara a cara" com os 2780gr ... e o sorriso ... e a lágrima curiosa e emocionada que também espreitava ... e o abraço acolhedor que cobria a "pele-com-pele" daquele contacto mãe-e-filho:

"... agora sou Pai!"

Mais tarde, foi ele que cortou o cordão umbilical.
Não delegou essa tarefa e ... ninguém ficou indiferente!
Foi descobrindo lentamente aquela emoção e, mais uma vez ... ninguém ficou indiferente!

No dia 6 de Novembro de 2009, a "princesa" e "aquele pai" fizeram a diferença na maternidade do hospital e foi uma honra terem-me permitido  aprender com eles:

 Muito Obrigada aos três!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

o uso da música constrói os afectos


Já tínhamos falado sobre a utilização da

música como estratégia terapêutica

promotora do bem estar.


Mas, o que é a Musicoterapia?

tal como o nome indica, trata-se da utilização da música (ritmo, melodia, harmonia) com uma finalidade terapêutica do domínio de funções físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas.



Na verdade, é um processo destinado a facilitar e a promover

a satisfação de necessidades fundamentais em qulaquer ser humano,

ao longo da sua vida:


  • a comunicação,

  • o relacionamento interpessoal,

  • a aprendizagem,

  • a mobilização e orientação no espaço físico,

  • a expressão,

  • a organização.


Pretende-se
desenvolver potenciais e/ou restaurar funções na pessoa,

para que esta alcance uma melhor qualidade de vida,

através de

prevenção, reabilitação ou tratamento.

(World Federation of Music Therapy)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

se fosse possível , eu diria....

... nESte ninho ... MORno e quentinho....



mEU meNIno,
mEU anjo pequenino...
te diria que TE OUÇO,
que TE SINTO
dentro e fora do MEU NINHO...

assim te aninho cá dentro
meu menino, meu alento
minha força,
meu poder,
minha vontade de te querer.
dar-te o que de melhor tiver...
e a mais linda estrela que houver...
te prometo, te sustento.
meu menino, meu alento.

domingo, 16 de novembro de 2008

sabe o que é o Vínculo Afectivo?

Hoje em dia, fala-se muito sobre o Vínculo Afetivo (ou o Apego) que existe entre pais e filhos ... Mas. sabe o que é o vínculo afectivo?


Segundo Brazelton (1988)*, o vínculo afectivo tem início na gestação. Caracteriza-se como um processo continuo, sendo construído através das interações que vão ocorrendo (não só ao longo da gravidez, mas sobretudo posteriormente ).


Mas o contato imediato após o parto parece aprofundar a capacidade da mãe (e talvez também do pai) de "responder" em relação ao bebé (Bee,1997)


Alguns psicólogos acreditam que a capacidade de formação de vínculo social é resultado da maturação, e que deve ocorrer algum relacionamento logo no início da vida da criança se quiser que esta seja capaz de, mais tarde, formar vínculos significativos.

Estudos de Bowlby (1990) e Hoffman, Paris e Hall (1996) sobre o vínculo entre mãe e filho ressaltam a importância desta dinâmica afectiva.
Descrevem que essa ligação faz parte de um sistema comportamental cuja utilidade está directamente relacionada com a preservação da espécie humana. Tal relação deve-se ao facto de os bebés serem indefesos e incapazes de sobreviver sozinhos. Então, o apego entre o bebé e o seu cuidador viabiliza uma garantia para esta protecção e preservação.

Segundo Winnicott (1993),
a atenção que as mães têm para se dedicar aos seus filhos, atendendo às suas necessidades de alimentação, higiene, carinho ou o simples contacto, gera condições necessárias para que se produza o sentimento de unidade entre duas pessoas.

É relevante incluir que na formação vincular( na vinculação)
torna-se necessário o acto de tocar a criança.

Conforme as conclusões de Siqueira (2003),

"(...) tocar carrega em si numerosos benefícios em forma de estímulos que geram um melhor desenvolvimento físico, emocional e social, potencialmente gerador de uma personalidade terna e amável no adulto posteriormente".




Referências

ADLER,. O sentido da vida. Cidade do México: Editora Paidós, 1937.BEE, Helen. O ciclo vital. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1997.BOWLBY, J. Trilogia Apego e Perda. Volumes I e II. São Paulo. Martins Fontes, 1990.*BRAZELTON, T. O desenvolvimento do apego. Porto Alegre: Editora Artes Médicas, 1988.GAUDÊNCIO, Paulo. Terapia de casal reforça vínculo. Internet, disponível em: ww.odia.ig.com.br/odia/. consultado em 03/12/03.HOFFMAN, L.; PARIS, S. e HALL, E. Psicologia del dessarrollo hoy. Madrid: Editora MC Graw Hill, 1996.MATURANA, R. Humberto e REZEPKA, Sima Nisis. Formación humana y capacitación. Chile:Dolmen Ediciones, 1999.MICHAELIS. Minidicionário escolar da língua portuguesa. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 2000.MORAES, Carmen Lúcia. Por que os casais se separam? Internet, disponível em: www.saudenainternet.com.br.consultado em 01/12/03.
SIQUEIRA, Armando Correa Neto. A importância do ato de tocar. Internet, disponível em: www.psicopedagogia.com.br. consultado em 27/10/03.
Fonte: http://virtualpsy.locaweb.com.br/index.php?sec=30&art=147
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