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domingo, 9 de agosto de 2009

OS AfecTOs: qual é o PApel do PAI ?









Ninho
de
PAI








Não existem quaisquer receitas ou manuais que ensinem "o papel do pai" (... assim como também não os há para o "papel de mãe"...)

Como outra aprendizagem, também esta
implica

"aprender a aprender" ... a ser pai.

Há quem diga que
APRENDER A VIVENCIAR O CRESCIMENTO DO(S) FILHO(S)

é um desempenho contínuo, conjunto e pró-activo destes papéis (o de mãe e o de pai) , com amor e respeito, bom senso, alguma intuição e criatividade.





Não é um trabalho que se ensine,
mas sim
um trabalho que se aprende
.







FONTE:
pai (psicologia)
. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-06-06].

Disponível em http://www.infopedia.pt/$pai-(psicologia)




O papel do pai . In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-06-06].
Disponível em http://www.infopedia.pt/$o-papel-do-pai



Mendes, Rita Veloso (2007), A parentalidade experimentada no masculino: as vivências da paternidade, CIES e-Working Paper N.º 22/2007, Lisboa, CIES-ISCTE, disponível em http://www.cies.iscte.pt/documents/CIES-WP22.pdf


segunda-feira, 2 de junho de 2008

...conhecimento...coNSULte ... sabedoria ... coNSULte ... e viVA


O acesso à informação é fundamental .

Na verdade, Conhecimento é ter informação (noção da ciência de algo ou alguma coisa). É conhecer alguma técnica ou ciência, distingui-la de outras técnicas ou ciência, ser versado por essa técnica ou ciência.

No entanto, o simples fato de conhecer uma dada informação não implica "em ser" aquilo que se conhece.
Por outro lado, a sabedoria é igualmente ter conhecimento, erudição, prudência, moderação, temperança, sensatez, reflexão,

mas .... com uma característica diferente.

A sabedoria pressupõe não só ter o conhecimento, mas também saber como utilizar esse conhecimento, não só em ocasiões especiais, mas em todos os factos da vida. Ou seja, saber não é apenas ter conhecimento, mas é ser o conhecimento. E aqui reside a diferença entre conhecimento e sabedoria, pois a sabedoria pressupõe não só o conhecimento, mas a transformação daquele que conhece na própria imagem da sabedoria, a representação desse saber.

parece confuso? talvez não....

... o que fazemos com as lições que a vida nos oferece?

"tomamos" apenas conhecimento dessas lições da vida e ....seguimos ,

ou passamos a reconhecê-las, a aplicá-las e a vivê-las?

Por isso, para viver com conhecimento ... coNSULte
e para viver com a ... sabedoria ...coNSULte ... e VIVA o que conhece

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Aprender a ser mãe. Processos de aprendizagem e projecto de vida


A maternidade é um projecto de vida.
Inicia-se com o nascimento do bebé
e pressupõe aprendizagens.

Na sociedade actual, como "Aprender a Ser Mãe"?

De acordo com um estudo* efectuado por Ana Raquel Saraiva Gonçalves**, são indubitáveis os avanços científicos e tecnológicos que se têm vindo a fazer sentir (no domínio da saúde materna), nomeadamente em termos anatómicos, fisiológicos e patológicos , havendo concomitantemente uma preocupação sob o ponto de vista comunitário.


Porém, o alargamento do estudo da maternidade tem-se vindo a verificar não só no campo da saúde como nos mais diversificados domínios científicos como, também, é o caso da História e da Antropologia , da Psicologia e, ainda, da Sociologia.

No quadro da sociedade actual, a maternidade afigura-se como um processo de vida e um investimento experiencial e formativo que em muito se distancia do ser-se mãe há algumas décadas atrás.

Actualmente, as experiências relativas à maternidade são um reflexo vivo das diferentes trajectórias percorridas pelas mães tendo em vista a saúde das suas crianças, devendo esta ser entendida como "essencial à existência" ou como um "modo de estar na vida (…) revelado pelos comportamentos e pelos hábitos de vida" .

Tendo em vista o melhoramento do estado de saúde da população portuguesa, o Plano Nacional de Saúde vigente preconiza medidas específicas centradas em “momentos especiais como o nascer (…)” dado este (entre outros) se constituir como uma excelente oportunidade “para a educação para a saúde, para acções de prevenção, para rastreios de doenças e outras intervenções” (Ministério da Saúde, 2004b, p. 25). Porém, de modo a haver uma implicação nas práticas de educação para a saúde é necessário conhecer‑se a população, isto é, perceber os processos de aprendizagem que estão subjacentes aos comportamentos das pessoas que, no caso concreto desta investigação, são as mães, não se verificando a existência de estudos empíricos específicos neste domínio.
Neste contexto, a aprendizagem surge como a “actividade permanente de desenvolvimento pessoal que mobiliza o indivíduo [isto é, a mãe] ao longo da sua vida” , aparecendo o aprender como um mecanismo de adaptação ao meio e ao próprio projecto pessoal de ser‑se mãe.
Consequentemente, o valor da experiência é enaltecido surgindo, pois, como um “recurso fundamental e um alicerce da Aprendizagem” e da Formação Experiencial.

* "Aprender a ser mãe. Processos de aprendizagem de mães primíparas durante os primeiros dois meses pós‑parto",publicado em sísifo / revista de ciências da educação · n.º 5 · jan/abr 08 issn 1646‑4990
**Enfermeira na Clínica de Santo António/3º Curso de pós‑licenciatura em Enfermagem da especialidade de Saúde Materna e Obstétrica
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